Passei a infância sem animais de estimação por perto. Meus pais, por alguma razão, não admitiam a ideia. Já adulta, cursando a faculdade, ganhei de uma amiga um filhote de gato... fui obrigada a devolver o pobre bichano, assim que apareci com ele em casa.

Enfim, somente passados muitos anos resolvi, por conta própria, ir atrás de um dog. Não sabia, exatamente, o que esperar, como seria nossa relação, enfim...haviam muitas dúvidas. E, para minha surpresa, dentro de mim ligou uma chave... descobri que rolar na grama é uma delícia, que brincar de esconde-esconde com as bolinhas é o máximo, que ter um “melhor-amigo” é uma das coisas mais maravilhosas dessa vida.

Max chegou em casa filhote, com 50 dias. Uma bolinha de pêlos, curioso e meio amedrontado.

Nesse mês de maio Max completa 06 anos. É um belo pastor-alemão, porte grande, latido poderoso, territorial, inteligente e um dos meus grandes amores.

 

O melhor da história, Max também me ama incondicionalmente! Trouxe à minha casa mais alegria e segurança.

Foi ele quem me ajudou a superar alguns obstáculos internos. Nossa relação é um crescente... ambos temos temperamento forte, brincamos,  mas estabelecemos nossos espaços, nossos limites. Nunca gostei de cantar, pois bem, eu vivo cantarolando para o meu dog, vá entender ?!

Independente do animal de estimação, seja cachorro, gato, ou até mesmo um coelho, uma iguana, ter um “bichinho” reduz nosso nível de cortisol (hormônio relacionado ao estresse), ficamos mais serenos. Mesmo depois de um dia tenso e complicado no trabalho, quando chegamos em casa é sempre uma alegria.... não haverá, no mundo, recepção mais calorosa que a do seu “melhor amigo”.

Psicólogos têm recomendado o convício com animais de estimação sob o argumento de contribuir no desenvolvimento de sociabilidade, responsabilidade, superação de traumas ou perdas significativas.

Ajuda, também, a combater o sedentarismo. Você pode não se dar conta, mas brincar com seu pet, passeios, banhos, carinhos, limpeza do espaço... exige que você se movimente. Desenvolvem, ainda, a expressão e a coordenação motora.

Esses bichanos adoráveis ajudam idosos no controle da depressão, pois permitem que se tornem mais sociáveis e ativos.

Reduzem, em crianças, o risco de desenvolvimento de alergias e, ainda, contribuem no controle da agressividade, visto que auxiliam a lidar melhor em situações como mortes, nascimentos ou separação dos pais.

Na sociedade contemporânea os animais de estimação são cada vez mais incorporados às famílias e tornam-se, muitas vezes, a principal fonte de carinho, afeto e companhia. Tanto é assim que há, atualmente, grande número de hotéis, restaurantes, supermercados e shoppings que aceitam nossos “melhores amigos”.

Portanto, se você tem um animal de estimação, parabéns, você é uma pessoa feliz e nunca estará só. Cuide-o com fidelidade, dedicação, alegria, amor incondicional, porque é isso que eles fazem por nós!

Se você ainda não tem um pet, pense seriamente a respeito. Há “melhores amigos” para qualquer orçamento e para qualquer espaço, mas tenha bom senso na escolha e cuide-o com amor e carinho. É apaixonante!


Publicado em 27/04/2020 Autora: Patricia De Conti - Copyright ©

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