Desde adolescente minha assinatura são os brincos. Chegava a dormir com brincos enormes, simplesmente porque eles me traduziam. Era como se, sem os brincos, eu perdesse minha identidade. Minhas orelhas ficavam em pandarecos, mas isso era pequeno diante do poder que eu sentia de estar com um belo par de brincos.

Tenho milhares, de todas as cores, formatos e materiais.

Com o tempo aprendi a fazer escolhas mais certeiras e condizentes com meu guarda-roupa e minha personalidade. Aprendi a ser seletiva com os materiais e acabamentos. Aprendi a ousar mais e também a ousar menos!

Adoro as peças da Camila Klein, e não tem nada de publicidade aqui! Design e materiais impecáveis, mas amo mesmo o tamanho das peças. São grandes e impactantes, como eu, afinal com 1,70m de altura não há como passar desapercebida....

Tive uma amiga que amava meias. Meias irreverentes, coloridas, curtas, longas de texturas e tramas mil. Sua assinatura eram as ditas meias. Na minha memória, para sempre ela será lembrada como a “menina das meias”.

Se você observar bem muitas mulheres assinam suas estéticas.

Anne Wintour é um exemplo. Quando penso nela não há como dissocia-la do seu penteado estilo Chanel com franja reta e óculos escuros.

Trajes bem cortados, sóbrios e um irreverente anel de caveira revelam Constanza Pascolato.

Marilyn Monroe eternizou-se nos cabelos platinados e nos lábios vermelhos.

Minha mãe no auge dos seus 70 anos mantém seus cabelos vermelhos. Não consigo imaginá-la de outra forma. É vermelho vivo, é energia, é minha mãe.

Minha avó paterna tinha o olhar glacial, maõs magras, dedos longos e repleto de anéis. Aneís com sóis e escritos egípcios. Um mistério para uma mulher do interior... Aqueles anéis presenciaram tudo, ouviram tudo.

Te convido a assinar seu nome, a eternizar seu jeito de se revelar!


Publicado em 07/01/2020 Autora: Patricia De Conti - Copyright ©

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