Não só no Brasil como nos Estados Unidos e em alguns países da Europa nova onda da Covid-19 assombra. O número de casos que, aparentemente, estava sob controle voltou a subir exponencialmente.

Alguns governos determinaram toque de recolher e outros passaram a exigir retomada do isolamento rígido.

E vale lembrar que tanto a América quanto a Europa tem um inverno vigoroso batendo à porta, estação em que os ambientes se tornam mais insalubres, contribuindo, assim, para a proliferação de doenças respiratórias, inclusive a COVID-19.

E em meio a todo esse horror que aflige mais uma vez, estamos novamente nos perguntando “o que fazer”?

 

Há, nas redes sociais, notícias que criam pânico e pavor, que nada de útil agregam e, por outro lado, assistimos à politização da vacina (vacina que ainda não veio), como se o país de origem pudesse burlar todas as fases dos estudos clínicos exigidos pelos órgãos de saúde competentes. Que situação!

Independentemente de o governo federal transparecer omisso e despreocupado em relação à saúde do povo, o que temos a fazer é, mais uma vez, cuidar uns dos outros. Talvez seja essa nossa sina de brasileiros.... estar à própria sorte.

Quanto ao que fazer, pouco importa quão desleixados sejam bares, restaurantes, shoppings ou pessoas do nosso círculo, o fato é que cabe a cada um individualmente agir em benefício próprio e coletivo.  

Portanto se você testou negativo para Covid-19, faça o que for necessário para manter esse resultado. Circule menos e ajude a preservar a saúde dos idosos e de pessoas com risco aumentado.

Assim como votar se revela o exercício máximo da cidadania, a circulação e a exposição a esmo nesse momento crítico de saúde pública se revela a antítese do cidadão de bem.

Todos nós estamos exaustos de máscaras, de cuidados, de álcool gel, de opiniões de toda sorte a respeito da gravidade da situação. Estamos cansados, 2020 tarda para chegar ao fim. Todos anseiam pelo fim deste ano, mas é importante considerarmos que 2021 não terá seu início com promessa de glórias.

Tempos difíceis ainda nos aguardam com retomada da economia, retomada ou não das aulas, retomada da nossa serenidade, sem falar em todo o imbróglio no que diz respeito à vacina (qual vacina, distribuição gratuita ou não, ordem de preferência, obrigatoriedade ou não, etc.). Já pensou?

Até lá, é tempo de sermos adultos, responsáveis e zelosos.

Assumo a aspereza das minhas palavras, mas quem sabe assim nos sentimos motivados a mudar nosso comportamento para melhor.

Fiquem bem!


Publicado em 17/11/2020 Autora: Patricia De Conti - Copyright ©

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