Relacionamentos, seja com amigos, familiares ou parceiros românticos, são nossa maior fonte de alegria e propósito.

Nessa pandemia, os relacionamentos foram testados de todas as formas. Vimos enlaces intimistas acontecendo aos montes assim como o número de divórcios bateu recorde mundial. De fato, quem não passou por desentendimentos, não é mesmo?

Mas, independente das provações, será que seus relacionamentos têm bons alicerces?

Independente da empatia ou do quanto de carinho você cultiva por determinada pessoa, saiba que há formas de aprofundar seus vínculos e torná-los resistentes às tempestades.

Então comece mostrando interesse. Indague sobre o que o outro tem feito de novo ou diferente recentemente. As respostas podem oportunizar diálogos divertidos por caminhos que não conhecemos.

Aproveite e conte “boas novas”. Nada de queixas e lamúrias. Não há nada mais entediante do que encontrar alguém que só se lamenta.

Converse sobre sonhos ou o que desejam estar realizando daqui a 05 anos. O que vocês iriam comemorar? Veja que essa pergunta permite que você saiba ou conte sobre o que está “trabalhando”. E, também, permite oferecer ajuda ou qualquer outro tipo de contribuição, ideias, sugestões. Triste quem não ouve e se sente o “dono da verdade”.

Entabular conversas sobre livros e filmes é tão prazeroso. É a chance de descobrir que sua amiga adora ficção; que seu primo é um expert em história da arte. Veja que essas informações podem te ajudar a entender como eles são ou a conhecê-los a partir de outro contexto.

Numa reunião em família, pergunte sobre quais presentes gostariam de ganhar, os doces favoritos, a lembrança mais feliz da infância, lugares que desejam conhecer e o que fariam se ganhassem uma “bolada” na loteria.

Todos esses temas são divertidos, principalmente, porque criam oportunidades infinitas de conversas, aprofundamentos e, claro, boas gargalhadas.

Aos amigos, peça que falem sobre suas famílias... maneira eficaz de quebrar o gelo e chance imperdível para expor dores, saudades e carinho. Mostre que você também não morre de amores por todos da sua família e que normatizar esse assunto com os “altos e baixos” é ótimo. É humano.

Faça a experiência no próximo encontro familiar ou com amigos (assim que a pandemia permitir, é claro!) e me conte depois!

Divirta-se!


Publicado em 14/06/2021 Autora: Patricia De Conti - Copyright ©

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