Tradicionalmente, o mercado varejista apostava em campanhas de publicidade para veicular seus produtos e conquistar o maior número de clientes possível. E, nesse sentido, as grandes agências fizeram história!

Quem não se recorda da campanha do primeiro sutiã, criada em 1987, pela W/GGK, para a marca de lingerie Valisère?! Essa e tantas outras publicidades, como a do Bombril, por exemplo, marcaram toda uma geração.

Em 2010, com as redes sociais conquistando espaço, surgiu a figura do influencer que, como o próprio nome diz, influencia costumes e, sem dúvida, o consumo. Atualmente, são eles que estão nos primeiros assentos nas semanas de moda mundo afora e recebem, em seus endereços, produtos de todas as ordens para avaliar, usar, divulgar e, com certeza, influenciar.

 

Impulsionar vendas é uma habilidade valiosa, mas com as fotos de ruas, vídeos com conteúdos criativos e variados, contratos de parcerias, colaborações de médio e longo prazo, têm sido os influencers que direcionam seus seguidores a lojas e sites para replicar tendências e modismos.

E assim, alguns conquistam uma parcela gorda do lucro de algumas empresas. Aliás, há influenciadores para o que você imaginar, desde carros a perfumes.

Nos últimos meses tenho seguido alguns influenciadores, principalmente, quando o assunto se refere a cuidados com a pele. Com o tempo estabeleci vínculo de confiança com alguns e descartei outros. Conheci e adquiri produtos, justamente, porque os argumentos me soaram plausíveis, identifiquei marcas que jamais tinha sequer ouvido falar.

Esses profissionais também tecem críticas severas em relação a determinados itens, o que transforma a publicidade em algo muito verdadeiro. Há honestidade, seletividade e exigência, mas leva algum tempo para identificar “os bons”!

Considero os influenciadores, Instagramers e Youtubers o controle de qualidade dos dias atuais!

São, na verdade, o “banco de dados” do consumo, independente da área (vestuário, acessórios, maquiagem, skincare, alimentos).

Alguns influencers, com seu controle rígido e criativo, não se submetem a divulgar qualquer produto, porque passaram a ter um nome a zelar. Querem inspirar credibilidade.

Tenho aprendido muito sobre moda, estilo, consciência ecológica, cuidados com a pele. Passei a valorizar itens que antes não considerava essencial. Tem sido uma escola!

Nesse tempo de pandemia, em que o comércio de modo geral fechou as portas, foram os influencers os responsáveis por manter parte do mercado on line aquecido, quem sabe livrando alguns da banca rota.

Os tempos são outros, a forma de entrar em contato com produtos, consumir e avaliar o que é bom e adequado têm sido uma conquista que cabe a cada um, individualmente, interpretar!

Para os comerciantes/fabricantes em geral que almejam divulgar seus produtos e alavancar suas vendas, ouso dizer que vale a pena apostar no universo dos influenciadores.... se o produto é bom, cairá na graça dessa turma! 

Boa sorte!


Publicado em 21/10/2020 Autora: Patricia De Conti - Copyright ©

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